Quem é FKY? Um novo lubrificante? Com vocês, o próprio:
“Meu nome é Franklin Kiyoteru Yonamine, sou brasileiro naturalizado, sou casado com dona Yone, tenho filhos e netos. Nasci no Japão em 05 de Junho de 1927 e vim para o Brasil com 10 anos de idade, junto com meus pais, como imigrante para trabalhar na lavoura. Aos 15 anos de idade, com o falecimento do meu pai, que estava com a saúde abalada há alguns anos, passei a ser o chefe de família, cuidando da minha mãe e irmãos.
Desde pequeno me habituei a sair de madrugada para o trabalho e até hoje mantenho este hábito todos os dias, inclusive aos domingos e feriados, levanto religiosamente às 3h20 e começo o trabalho sempre às 4h20.
Aos 22 anos me casei e, após alguns meses, fui para Santos devido a doença de minha mãe, para tratá-la em um hospital daquela cidade. Empreguei-me numa fábrica de doces. Trabalhei com afinco para justificar a confiança dada; dediquei-me com todo amor e carinho ao serviço e a fabricação de produtos e, o patrão, confiou as chaves a mim.
Continuei acordando de madrugada e sempre chegava antes de meus colegas, deixava tudo pronto para o pessoal e isto era economia de tempo e dinheiro. Algum tempo depois, fui incumbido também a trabalhar com vendas de produtos e, graças ao bom patrão, aprendi a vender.
Por força da necessidade, tive que me mudar para São Paulo e empreguei-me em padarias e confeitarias, até que em um dia do ano de 1952, resolvi trabalhar por conta própria. E, novamente, passei por dificuldades. Dediquei-me então cada vez mais, sábados, domingos e feriados, consertando o carrinho e trabalhando arduamente. Aos poucos, fui aumentando a fábrica e diversificando os produtos às custas dos bons amigos e bons fregueses. Com o decorrer do tempo, fui obrigado a partir para uma tecnologia mais apurada e para isto viajei para os Estados Unidos pela primeira vez, no início da década de 60.
A maioria de nossas máquinas, aproximadamente 90%, são fabricadas na empresa, representando uma enorme economia de divisas, graças aos bons amigos, a nossa boa rapaziada e também aos bons amigos dos Estados Unidos e Japão.
Gostaria de dizer que sempre acreditei no Brasil; nunca fui vulnerável ao pessimismo que alguns tentam propagar, sinceramente acho que este é o melhor País para se viver, por isso vou continuar lutando. Não acredito em crise, porque na verdade nunca houve crise no Brasil.
Assim, poderei seguir o caminho que tracei; quero trabalhar com muito Amor, Carinho e Dedicação sem parar, até o último dia da minha vida, sempre levantando de madrugada. Fecho os olhos somente o necessário, abrindo-os para dedicar-me sempre, procurando o progresso. Um dia, queira ou não, chega a hora de fechar os olhos e não abrir mais definitivamente, assim, procuro fechar somente o necessário, do contrário, manter o mais aberto possível para o bem do progresso de todos nós e do Brasil.”
O último vestigio de mentira pureza do mundo.
11/02/2009 às 12:30 |
japonês que não consegue fechar os olhos?
11/02/2009 às 14:54 |
agradecimentos:
http://ligiafascioni.wordpress.com/2008/08/07/clientes-milagrosos/
http://www.vt.jac.nom.br/Visitas%20%C3%A0s%20Empresas/DRA%20ANA%20PAULA%20VISITA%20PANCO%20-%2026_03_07.htm
http://wrevolta.blogspot.com/2008/10/agradecimento-especial-centenrio.html
http://www.google.com.br/
28/02/2009 às 17:19 |
trabahei .o8 anos na panco de curitiba mais ?valeu agradeço que cadia possa crecer.porque.é uma impresa seria obrigado por ter conseguido muitos obejetivos,que concegui muito ,obrigado panco abraço atodos quetrabalha na panco!!!